27/04/2017 ás 17:56
A juíza titular da 8ª Vara Criminal – Crimes Contra Ordem Tributária e Econômica e Lavagem de Dinheiro, Oriana Gomes, não aceitou nenhum dos argumentos e não vislumbrou qualquer possibilidade de absolvição sumária solicitada nas respostas às acusações do Ministério Público, e manteve a ex-governadora Roseana Sarney e todos os outros suspeitos como réus na ação penal que apura o desvio de milhões de reais através de um esquema criminoso de compensações tributárias ilegais, no que ficou conhecido como Máfia da Sefaz.

Em 138 páginas, a magistrada se manifestou individualmente sobre cada resposta dos acusados, sobre a legalidade dos seus atos e da inépcia das denúncias formuladas pelo MP, como fizera os advogados de Roseana Sarney em apontar, dentre outras, litigância de má-fé do promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, que teria agido em busca de promoção pessoal e de maneira irresponsável atentado “não somente contra a credibilidade do poder judiciário, mas principalmente contra a lisura de suas decisões”.

No caso da ex-governadora, Oriana Gomes, afirmou que a denúncia não foi elaborada ao sabor do clamor público, “embora o zeloso Promotor tenha se excedido em informações à mídia, como diz esta ré, não narrou os fatos como estão assentados na resposta articulada por ela”.

A magistrada diz ainda que não há como aceitar a questão da inépcia, pois a peça acusatória “traz elementos de indícios, possibilitando a todos a defesa e o contraditório amplos”, satisfazendo os requisitos legais. Na decisão, ela ressalta que a denúncia descreve “no seu mínimo a subjetividade de cada réu, em relação aos tipos que lhes foram imputados”.

Quanto ao crime de peculato atribuído a Roseana Sarney, Oriana Gomes, diz que é necessário, primeiramente, esgotar-se o mérito da ação cautelar de sequestro em “tramite neste mesmo Juízo, aguardando-se a instrução e o julgamento pelo TJMA (Mandado de Segurança) para demonstrar se todos os bens amealhados pela ré e os demais acusados são resultantes de seus ganhos, sem interferência da Administração Pública. A denúncia é clara neste aspecto”.

Sobre a acusação de formação de uma organização criminosa, a titular da 8ª Vara Criminal diz que o fato será examinado com a instrução do feito, “mas que “não restam dúvidas que os crimes descritos na denúncia são societários e de
autoria coletiva, estando todos com descrição de fatos e circunstâncias que possibilitou aos réus se defender amplamente”.

Oriana Gomes determinou, conforme solicitação do Ministério Público, perícia e
após a instrução e julgamento de todos dos dez acusados de compor a famosa Máfia da Sefaz.


Fonte: Blog do Garrone / O Imparcial / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 17:33
A direção do Comercial Carvalho, loja de Caxias, no Maranhão, deverá ser denunciada à Justiça do Trabalho, acusada de ameaçar descontar dos salários dos empregados o valor roubado por quatro bandidos, durante um assalto, ocorrido na segunda-feira (24/04).

De acordo com informações do delegado regional Jair Paiva, da 17ª Regional de Caxias, os bandidos entraram no Carvalho em duas duplas, como clientes, anunciaram o assalto e levaram o dinheiro dos caixas.

Roubaram cerca de R$ 4,5 mil e fugiram em direção a Teresina. O delegado Jair Paiva, pediu ajuda a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, na tentativa de localizar os assaltantes. Toda a ação deles foi filmada. As imagens deverá ajudar na captura do bando.

Os funcionários do Carvalho dizem que passaram por momentos de muita tensão. Alguns foram trancados em banheiros, outros ficaram sob mira de armas. Pior: ainda deverão ver nos contracheques descontos até atingir o valor levado pelos quatro bandidos.
A direção do Comercial Carvalho ainda não se manifestou sobre o caso.

Fonte: Portal Ai5 / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 17:27
Nesta quarta-feira (26/04), um grave acidente no Km 435 da Rodovia Anhanguera, próximo a Aramina, em São Paulo, provocou a morte de três trabalhadores rurais naturais da cidade de Elesbão Veloso, que no momento prestavam serviço como estivadores. De acordo com informações, eles foram contratados para fazer o transbordo de uma carga de soja de uma carreta que no dia anterior tomou às margens da rodovia.

O material recolhido pelo grupo seria colocado dentro de outro caminhão e os trabalhadores aguardavam a chegada deste segundo veículo. Como começou a chover, os profissionais se reuniram para tentar cobrir a carga espalhada para que ela não molhasse.

Durante os trabalhos, eles foram surpreendidos por um carro desgovernado modelo Vectra que atropelou sete trabalhadores. No impacto, morreram na hora os elesbonenses Adão Sobrinho Bezerra e Marcolino Mendes e um terceiro ainda não identificado. Os outros ficaram feridos e foram levados para a Santa Casa de Igarapava. Segundo funcionários da unidade de saúde, todas as pessoas encaminhadas para o local receberam auxílio médico e passam bem.

Adão Sobrinho Bezerra é filho da dona Modesta, moradora do bairro de Fátima, em Elesbão Veloso e irmão do jornalista Erisnaldo Kaenga, repórter e produtor da Rede Meio Norte. Ele deixa esposa e cinco filhos. Marcolino era cunhado de Adão, ele deixa um filho.
O motorista do carro que causou o acidente afirmou à polícia que é advogado e estava indo participar de uma audiência em Aramina. 

Ricardo Librais explicou que perdeu o controle do carro por causa da chuva. Ele responderá pelos crimes de lesão corporal e homicídio culposo.

Fonte: Elesbão News / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:45
Pelo menos seis civis morreram nesta quinta-feira (27/4), entre eles dois bebês, em um suposto bombardeio de aviões russos contra um hospital da província de Idlib, na Síria. As informações são do Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Os bebês estavam em incubadoras na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Médico Universitário, de Deir al Sharqi, em Idlib, e morreram pela interrupção do oxigênio após o ataque.

A unidade de saúde foi atacada no início da manhã por aviões, que efetuaram quatro bombardeios. O Observatório não descartou que o número de mortos aumente, pois há feridos com gravidade e desaparecidos entre os escombros.

Além disso, outras dez pessoas foram mortas, incluindo cinco crianças, em ataques semelhantes em outras áreas de Idlib, como um centro médico na aldeia de Mar Zita e nas regiões de Mar Shurín e Sarya.

Quase toda Idlib está sob controle de facções rebeldes e islâmicas, como o Organismo de Liberdade do Levante, a aliança da ex-filial síria da Al Qaeda. Os bombardeios contra hospitais e centros de saúde voltaram a ser frequentes em áreas sob controle da oposição síria.

Os coordenadores humanitários da Organização das Nações Unidas para o país árabe, Kevin Kennedy e Ali al-Zaatari, consideraram “inaceitáveis” os bombardeios a instalações médicas no norte de Síria.
Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12;39
O prefeito e o vice-prefeito de Magalhães de Almeida-MA, respectivamente, Tadeu de Sousa (PMDB) e Francisco das Chagas Vieira (PP), tiveram seus diplomas cassados, nesta terça-feira (25), em sentença proferida pelo juiz Isaac Diego Silva, da 51ª Zona Eleitoral, por abuso de poder econômico e político durante as eleições passadas.

Após as eleições, o prefeito e o vice-prefeito foram denunciados pelos adversários em Ação de Investigação Judicial Eleitoral, sob a acusação de abuso de poder político e econômico durante a campanha eleitoral de 2016. Segundo a decisão, além de cassados, os dois ficarão inelegíveis por oito anos e condenados a pagar multa de mais de R$ 55 mil.


Ao cometer abuso político e econômico, Tadeu de Sousa venceu a eleição para prefeito com apenas 80 votos de vantagem em relação ao segundo colocado, Costa Júnior (PCdoB). No total, o prefeito cassado obteve 4.895 votos contra 4.815 do adversário do PCdoB.

No caso em questão, a votação do prefeito cassado foi superior a 50% dos votos válidos. isso quer dizer que o município de Magalhães de Almeida deverá ter nova eleição, caso a Justiça Eleitoral confirme a decisão do juiz da comarca.


Na decisão proferida pelo juiz Isaac Diego Silva, da 51ª Zona Eleitoral, o vereador Antônio Castro também teve o diploma cassado e punido com inelegibilidade.


As acusações


Segundo o relatório da decisão, os acusados teriam praticado atos que desrespeitaram a isonomia do processo eleitoral, consistente nos seguintes atos: uso indevido dos meios de comunicação social, consistente na divulgação de atos de governo no blog “Portal de Magalhães”, além de Facebook; captação ilícita de sufrágio com a distribuição de material de construção (tijolos e treliças), em que os cassados deixavam tudo em locais indicados, e os beneficiados recolhiam; abuso de poder político, com o desvio de finalidade de serviço de registro e emissão de documentos pessoais.

Para tomar a decisão, o juiz levou em consideração ainda que a dupla cometeu contratação indevida de pessoal, em período vedado, caracterizando abuso de poder político e captação ilícita do sufrágio; abuso de poder político por desrespeito à decisão judicial que impediu a realização de passeata e carreata; abuso de poder político consistente na perseguição pessoal de funcionários que não aderiam ao candidato representado, além da concessão de benesses administrativas e gratificações aos servidores que apoiavam a administração.


Fonte: A cidade de verdade / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:27
Os contribuintes têm até sexta-feira (28) para enviar a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda referente ao ano de 2016. Quem perder e declarar o documento após o dia 28 de abril deverá arcar com uma multa proporcional ao atraso.

De acordo com o último balanço divulgado pela Receita Federal, cerca de 14 milhões de contribuintes ainda não enviaram o documento para a base de dados da Receita Federal. A expectativa do Fisco é receber 28,3 milhões de declarações até às 23h59 da sexta-feira.


Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:19
comissão especial da Câmara destinada a analisar a reforma trabalhista aprovou nesta terça-feira (25) o parecer do relator Rogério Marinho (PSDB-RN) com 27 votos a favor e 10 contra. Antes de seguir para o plenário principal da Casa, o colegiado ainda vai analisar destaques, com sugestões de mudanças no texto.

O projeto foi encaminhado ao Legislativo pelo governo do presidente Michel Temer e propõe uma reformulação nas regras trabalhistas. O texto define pontos que podem ser fruto de acordo entre empresários e representantes dos trabalhadores, passando a ter força de lei. O relator, porém, incluiu diversas mudanças. 

Inicialmente, o projeto da reforma trabalhista tinha caráter conclusivo, ou seja, iria direto à apreciação do Senado após aprovação na comissão especial da Câmara, sem necessidade de passar pelo plenário principal da Casa.

Na última semana, porém, os deputados aprovaram um requerimento de tramitação em regime de urgência. Com a decisão, o texto aprovado pela comissão seguirá para o plenário.

Para ser aprovada no plenário da Câmara, a reforma trabalhista precisa votos favoráveis da maioria simples dos deputados, ou seja, se 300 deputados estiverem em plenário, 151 votos são necessários para aprovar o texto.

No debate da comissão, membros da base aliada argumentaram que o texto moderniza a lei trabalhista. A oposição, por outro lado, criticou a proposta, afirmando que ela retira direitos dos trabalhadores.

A bancada do PSB se mostrou dividida. Na segunda (24), a Executiva Nacional do partido, que comanda o ministério de Minas e Energia, decidiu fechar questão contra as reformas do governo Temer. Parlamentares que descumprirem a orientação podem ser punidos.

Acordo

O parecer de Marinho estabelece as situações que poderão ser negociadas entre empregadores e trabalhadores e, em caso de acordo, vão prevalecer sobre a lei trabalhista (veja a lista completa no final desta reportagem).

Entre os pontos que poderão ser negociados, estão, além do parcelamento de férias em até 3 vezes no ano, a jornada de trabalho, a redução de salário e a constituição de banco de horas. Por outro lado, as empresas não poderão discutir, por exemplo, o fundo de garanta, o salário mínimo, o décimo terceiro e as férias proporcionais.

Terceirização

O relatório propõe uma série de salvaguardas para o trabalhador terceirizado. Em março, o presidente Michel Temer sancionou uma lei que permite a terceirização para todas as atividades de uma empresa.

O parecer inclui uma espécie de quarentena, na qual o empregador não poderá demitir o trabalhador efetivo e recontratá-lo como terceirizado num período de 18 meses.

A empresa que recepcionar um empregado terceirizado terá, ainda, que manter todas as condições que esse trabalhador tem na empregadora-mãe, como uso de ambulatório, alimentação e segurança.

Contribuição sindical

Atualmente, o pagamento da contribuição sindical é obrigatório e vale para empregados sindicalizados ou não. Uma vez ao ano, é descontado o equivalente a um dia de salário do trabalhador. Se a mudança for aprovada, a contribuição passará a ser opcional.

Multa

Pela legislação atual, o empregador que mantém empregado não registrado fica sujeito a multa de um salário-mínimo regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.

Na reforma enviada pelo governo, o texto propõe multa de R$ 6 mil por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência. No caso de microempresa ou empresa de pequeno porte, a multa prevista é de R$ 1 mil. 

O texto prevê ainda que o empregador deverá manter registro dos respectivos trabalhadores sob pena de R$ 1 mil.
Em seu parecer, porém, Rogério Marinho reduziu o valor da multa para R$ 3 mil para cada empregado não registrado. No caso de micro e pequenas empresas, a multa será de R$ 800. Na hipótese de não serem informados os registros, ele reduziu a multa para R$ 600.

Jornada de trabalho

Hoje, a legislação não conta como jornada de trabalho o tempo gasto pelo trabalhador no deslocamento até o local de trabalho e na volta para casa, por qualquer meio de transporte. A exceção é quando o empregado usa transporte fornecido pelo empregador por ser um local de difícil acesso ou onde não há transporte público.

O relator modifica o texto para deixar claro que não será computado na jornada de trabalho o tempo que o empregado levar até “a efetiva ocupação do posto de trabalho” e não mais até o local de trabalho. Além disso, deixa de considerar como jornada de trabalho o tempo usado pelo empregado no trajeto utilizando meio de transporte fornecido pelo empregador “por não ser tempo à disposição do empregador”.

Também não será computado como extra o período que exceder a jornada normal quando o empregado, por escolha própria, buscar proteção pessoal, em caso de insegurança nas vias públicas ou más condições climáticas, ou ficar nas dependências da empresa para exercer atividades particulares, como higiene e troca de roupa ou uniforme, quando não houver obrigatoriedade de realizar a troca na empresa.

Regime parcial

A lei em vigor considera trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não passe de 25 horas semanais. Pela legislação atual, é proibida a realização de hora extra no regime parcial.

O parecer do relator aumenta essa carga para 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares por semana. Também passa a considerar trabalho em regime de tempo parcial aquele que não passa de 26 horas por semana, com a possibilidade de 6 horas extras semanais. As horas extras serão pagas com o acréscimo de 50% sobre o salário-hora normal.

As horas extras poderão ser compensadas diretamente até a semana seguinte. Caso isso não aconteça, deverão ser pagas.

Regime normal

Em relação ao regime normal de trabalho, o parecer mantém a previsão de, no máximo, duas horas extras diárias, mas estabelece que as regras poderão ser fixadas por “acordo individual, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho”

Hoje, a CLT diz que isso só poderá ser estabelecido “mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho”.
Pela regra atual, a remuneração da hora extra deverá ser, pelo menos, 20% superior à da hora normal. O relator aumenta esse percentual para 50%.

Banco de horas

Hoje, a lei prevê a compensação da hora extra em outro dia de trabalho, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. A regra é estabelecida por acordo ou convenção coletiva de trabalho.

O texto do relator prevê que o banco de horas poderá ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses. Além disso, poderá ser ajustada, por acordo individual ou coletivo, qualquer forma de compensação de jornada, desde que não passe de dez horas diárias e que a compensação aconteça no mesmo mês.

A jornalista Samantha Cavalca, correspodente da Rede Meio Norte em Brasília, mostrou toda a movimentação no Congresso e também uma manifestação de cerca de 5 mil índios que entraram em confronto com policiais, que chegaram a usar gás de pimenta. Durante o conflito, um policial foi atingido por uma flecha.



Fonte: G1 / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:14


Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:06
Projeto de lei do deputado Federal Silas Freire (PR) prevê indenização aos familiares de vítimas da violência, isso para casos que resultem em morte e que sejam claramente resultado da omissão do Estado em promover a segurança, que é um direito do cidadão. 

Silas Freire justifica sua proposta: "A população está convivendo com a reincidência no crime, sensação de impunidade, falta de investimentos em segurança e muitos outros favores que demonstram verdadeira omissão em promover a segurança do cidadão, direito garantido pela constituição federal. 

Será que vidas não seriam salvas se tivéssemos uma justiça mais eficiente e uma polícia mais presente e equipada? Como ficam essas famílias que perdem seus pais pela ação de um latrocida que não poderia estar vivendo em sociedade, mas foi solto no mutirão da justiça, por exemplo? Não é justo que fiquem desamparados.", argumenta ele. 

O parlamentar já havia inclusive provocado o Ministério Público através de ofício sugerindo um ação civil pública para que as vítimas dos bandidos tenham direito à indenização por danos morais. Silas havia tomado essa atitude após o STF decidir que encarcerados em cadeias superlotadas ou com más condições de saúde e higiene podem ser indenizados por danos morais pelo governo. 

"É revoltante o caso do latrocida Anderson  Nunes em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, que pediu indenização pelas más condições do presídio em que se encontrava e foi concedido. Concordamos que é um dever do estado garantir condições de humanidade nas cadeias mas, enquanto isso, temos milhares de cidadãos de bem que sucumbiram à violência e suas famílias permanecem sem nenhum amparo. 

Se o criminoso tem direito a ser indenizado, porque o cidadão não tem? O Estado tem o dever de garantir a segurança e se ele for omisso e o cidadão perecer por conta disso, acredito que deve sim indenizar.", disse. 

Indenização para familiares de criminosos 

O caso de Corumbá gera jurisprudência para outros detentos conseguirem indenização por serem submetidos a " situações degradantes" já que a decisão tem repercussão geral, portanto, deverá ser aplicada em casos semelhantes que tramitam em outras instâncias. 
Mas existem também outros como o do Maranhão em que a Justiça Federal determinou que o governo pague indenização aos parentes de 64 presos mortos em rebeliões no presídio de Pedrinhas.

O Juiz Clodomir Reis, da 3ª Vara Federal considerou que a morte dos 64 presos, entre janeiro de 2013 e janeiro de 2014, gerou um dano coletivo para as famílias. O valor da indenização foi fixado em R$ 100 mil para a família de cada preso assassinado. Também será paga uma pensão vitalícia aos familiares, no valor de um salário mínimo.

Fonte: MN / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 12:02
A designer Denise Stella, de 31 anos, encontrada morta em canavial da região de Rio das Pedras (SP) vai ser ser enterrada às 10h desta quinta-feira (27), no Cemitério Municipal de Saltinho (SP).

O principal suspeito do crime é o homem com quem a vítima tinha um relacionamento. Grávida de dois meses, Denise teria recusado o pedido do amante para fazer o aborto e por isso foi enforcada com o cinto de segurança do carro. O rapaz era chefe da designer, segundo a Polícia Civil.

Gerente de uma fábrica de roupas, o suspeito é casado e mantinha secretamente um relacionamento amoroso com a vítima, segundo as investigações.

O corpo da designer, que era moradora de Saltinho, foi encontrado na tarde de quarta-feira (26) em um canavial, localizado em uma estrada que liga Piracicaba (SP) a Tietê (SP). O suspeito levou os policiais até o local.

Denise desapareceu na noite de segunda-feira (24) e seu carro foi encontrado abandonado em um canavial da cidade. De acordo com a investigação, a designer foi jantar na casa de uma amiga e depois foi encontrar o amante.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Piracicaba, onde presta depoimento. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames.
Fonte: G1 / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
27/04/2017 ás 11:55
O plenário do Senado aprovou ontem (26), por 75 votos a favor e nenhum contra, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro especial por prerrogativa de função. O texto, relatado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), determina o fim do chamado foro privilegiado para todas as autoridades brasileiras nas infrações penais comuns.

Permanecem com a prerrogativa de foro apenas os presidentes da República, do Supremo Tribunal Federal, da Câmara e do Senado. O texto original de Randolfe previa a perda de foro para todas as autoridades, mas ele optou por acatar essa emenda que salvaguarda os presidentes dos Poderes para garantir a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pela manhã e no Plenário na noite desta quarta-feira.

A matéria também permite a prisão de membros do Congresso Nacional condenados em segunda instância nas infrações comuns. Até então, eles seriam julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e só poderiam ser presos após condenação definitiva da Corte.

Para o autor da proposta, senador Álvaro Dias (PV-PR), a votação unânime ocorreu porque "ninguém tem coragem de se colocar contra" o fim do foro privilegiado. "Esta é uma exigência da coletividade. E, em qualquer pesquisa que se faça hoje nas redes sociais, nós verificamos que 95% da população colocam como imposição da hora o fim do foro privilegiado", disse o senador.

A PEC já tinha passado por quatro sessões de discussão no plenário do Senado quando recebeu o apensamento de outra proposta com tema semelhante, o que provocou seu retorno para parecer na CCJ da Casa.

Pela manhã, logo após a aprovação do projeto sobre abuso de autoridade, também na CCJ, os senadores da comissão decidiram aprovar a PEC e encaminhá-la de volta ao plenário. Isso propiciou acordo para que a proposta fosse aprovada com alto quórum.

Ao fim da votação, Randolfe Rodrigues disse acreditar que a PEC possa ser votada em segundo turno possa ser votada daqui a duas semanas. "Eu ficarei feliz se, pelo menos, não apresentarem novas emendas, porque isso pode fazer o texto voltar para a CCJ".

"Hoje é um dia histórico para o Senado e para a República. Oxalá, espero que a Câmara dos Deputados tenha a mesma celeridade e a mesma sintonia com o sentimento das ruas que está tendo o plenário desta Casa", disse o senador aos colegas.

Rony Uchôa: fim do foro privilegiado, está na constituição que todos os direitos são iguais perante a lei, e porque os políticos não obedecem a constituição e cria estas prerrogativas de imunidade parlamentar, essa também teria que acabar.

Interessante isso, e ao mesmo tempo esquisito vindo do senado, mas enfim, a pressão popular pode estar surtindo efeito.

Está é a grande verdade! Está é minha opinião.


Fonte: Agência Brasil / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
Nosso grande e eterno amigo Raimundo nonato dos Santos o seu "Maióba"
26/04/2017 ás 16:17
Morreu na manhã desta quarta-feira (26) o agente de saúde pública Raimundo Nonato dos Santos, conhecido como Maióba, aos 66 anos.

Segundo informações da assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde, Maióba teria passado mal e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Ele teve paradas cardiorrespiratórias, não resistiu e faleceu por volta das 10h30.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Timon.
Maióba era lotado no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), servidor público há 47 anos.
Ele também era voluntário na Pastoral Carcerária da Diocese de Caxias. Em nota, a Pastoral de Comunicação lamentou o seu falecimento:

"A Pastoral da Comunicação da Diocese de Caxias está de luto. Foi chamado para junto do Pai um de seus grandes incentivadores. Nosso irmão Maioba, que também era uma das referências da Pastoral Carcerária em nossa Diocese! Que Deus em sua infinita bondade e misericórdia, console o coração dos familiares e amigos neste momento de dor."
Maióba deixa esposa, dois filhos e três netos.

Rony Uchôa: O titular desta página deixa os nossos pêsames a toda família de nosso grande amigo seu Maióba, assim ele era mais conhecidos carinhosamente por todos nós Caxienses.
Fonte: Portal noca / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
Nosso grande campeão brasileiro de Formula 1 "Ayrton Sena do BRASIL".
26/04/2017 ás 10:15
Não sei dirigir de outra maneira que não seja arriscada. Quando tiver de ultrapassar vou ultrapassar mesmo. Cada piloto tem o seu limite. O meu é um pouco acima do dos outros.
Blogueiro Rony Uchôa
No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.

Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou pelo facebook

25/04/2017 ás 19:58
É isso aí Galera!!!


Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook
25/04/2017 ás 19:28

Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook

25/04/2017 ás 19:02
O jornal O Globo destaca parlamentares investigados na Lava Jato cujos suplentes também são alvos de processos por diversas irregularidades; com o título “Suplentes encrencados”, a reportagem traz como principal exemplo o senador Edison Lobão (PMDB) e seu filho, Edinho Lobão; Lobão pai é investigado, entre outras coisas, por receber R$ 5,5 milhões para interferir no resultado do leilão da usina de Jirau; Edinho “é alvo de processos por ocultação de patrimônio, falsidade ideológica e sonegação fiscal”

O jornal O Globo desta segunda-feira (24) destaca parlamentares investigados na Lava Jato cujos suplentes também são alvos de processos por diversas irregularidades. Com o título “Suplentes encrencados”, a reportagem traz como principal exemplo o senador Edison Lobão (PMDB-MA) e seu filho, Edinho Lobão (PMDB-MA).
Lobão pai é investigado, entre outras coisas, por receber R$ 5,5 milhões para interferir no resultado do leilão da usina de Jirau, quando era ministro de Minas e Energia.

O peemedebista já havia sido citado em uma delação de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC. Peemedebista teria se beneficiado de R$ 1 milhão para favorecimento da empresa em consórcio responsável pelas obras da usina nuclear Angra 3 (RJ). Ele negou as acusações.

Em outra delação, a do ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior, disse que se recorda de ter sido o senador Edison Lobão (PMDB-MA) a pessoa para quem os valores vinculados à obra deveriam ser destinados. 

O ex-diretor da Andrade Gutierrez Flávio Barra disse que entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões foram repassados ao senador Edison Lobão (PMDB) pelas obras de Angra 3 e R$ 600 mil da hidrelétrica de Belo Monte (PA). A propina de Belo Monte teria sido entregue em espécie na casa de Márcio Lobão, filho do parlamentar. 

Lobão é alvo de dois inquéritos no STF no âmbito da Operação Lava Jato e alvo de outras duas investigações derivadas da operação sobre irregularidades na usina de Belo monte.
Edinho “é alvo de processos por ocultação de patrimônio, falsidade ideológica e sonegação fiscal”. Ele é investigado por ter escondido a propriedade de uma empresa de bebidas sob o nome de laranjas.

O Globo ainda lembra que, recentemente, o Ministério Público da Suíça apresentou documentos apontando contas secretas no país em nome dele.


Rony Uchôa: Brasil e nossos representantes na linda e magnifica política brasileira rsrs. Até os suplentes estão enrolados, que vergonha para nós que tentamos da melhor forma escolher estes caras e o que eles fazem no momento de nos representar é esta palhaçada em plena luz do dia.

Brasil... rsrs eita (...) Rum! hum hum... aí aí.

Está é a grande verdade! Está é minha opinião.


Fonte: Blog do Maciel Silva / Blog Marrapá / Acompanhe o Blog Rony Uchôa pelo Google ou facebook